Publicado por Erico Stefanini e arquivado em Cosmologia
As poderosas estrelas Ultra magnéticas parecem brincar de esconde-esconde com os astrônomos. Elas são encontradas quando entram em erupção, sem aviso prévio, algumas por horas e outras por meses, antes de escurecer e desaparecer novamente.
A figura ao lado mostra uma concepção artística de uma estrela de nêutrons em erupção. Pode gerar o campo magnético mais intenso observado no Universo. A força do campo magnético de um magnetar é mil trilhões de vezes mais forte que a da Terra e é tão intenso que aquece a superfície a 18 milhões de graus centígrados.
“Sabemos apenas de cerca de 10 magnetares na galáxia Via Láctea.” comentou o Dr. Peter Woods das Universidades Space Research Association. “Se as brincadeiras do magnetar que estamos estudando é típica, então não devem haver muito mais que centenas lá fora”. A pesquisa da NASA sugeriu que pode haver muito mais magnetars do que se pensava.
Observar as explosões destes corpos celestes tem sido complicado. A resposta está no tempo. Então como é que os pesquisadores observam o que nunca foi visto? Deixar que a NASA para desenvolver a parte perfeita de equipamento para lidar com o trabalho.
A Rossi X-ray Timing Explorer (RXTE), lançado em Dezembro de 1995, do Centro Espacial Kennedy, na Flórida, foi desenhado para observar as estrelas de nêutrons, velozes pulsares, raios-X e rajadas de raios-X que iluminam o céu e desaparecer.
Alguns pulsares giram mais de mil vezes por segundo. A estrela de nêutrons gera um campo gravitacional tão forte que um marshmallow impactando a superfície da estrela seria atingido com força de mil bombas de hidrogênio.
Magnetars, as estrelas mais magnéticas conhecidas, não são movidos por um mecanismo convencional como a fusão nuclear ou rotação, de acordo com Dr. Vicky Kaspi. “Magnetars representam uma nova forma de uma estrela brilhar, o que torna esse um campo fascinante”, disse Kaspi.
Embora não seja totalmente compreendido, no entanto, magnetares têm campos magnéticos mil vezes mais forte do que estrelas de nêutrons, na medida de um milhão de bilhões de Gauss, ou cerca de uma centena de trilhões de ímãs de geladeira. Para efeito de comparação, o campo magnético do Sol é apenas cerca de 5 Gauss.
Na constelação de Cassiopéia, cerca de 18 mil anos-luz da Terra, um magnetar chamado 1E 2259 está sendo estudado. De repente, começou a estourar em junho de 2002, com mais de 80 rajadas gravado dentro de uma janela de 4 horas. Desde então, Magnetar 1E 2259 não tem perturbado as profundezas do espaço.
Usando RXTE, os astrônomos podem estudar como funciona a gravidade perto de buracos negros e observar as mudanças através do brilho de raios-X que duram um milésimo de segundo, ou por vários anos. A onda explosiva não pode ser vista em luz visível.
Eta Carinae é uma estrela extremamente maciça em nossa galáxia, e extremamente instável. Desde 1996, a equipe da ciência tem vindo a acompanhar o fluxo de raios-X da região usando RXTE. Como RXTE continua a prestar o primeiro monitoramento detalhado das emissões de raios-X de Eta Car, observações coordenadas estão ajudando a responder às perguntas de muitos cientistas. Fonte: Texto original em ingles nasa.gov.
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Publicado por Erico Stefanini e arquivado em Cosmologia

Continuando a viagem no universo, o tema de agora são estrelas e galáxias. Já postei uma matéria já faz algum tempo sobre estrelas. Só para recapitular, estrelas são formadas por nuvens gigantes de poeiras. Assim que se formam elas começam a queimar o hidrogênio em hélio como grandes fornalhas. Como tudo no universo as estrelas tem o seu tempo de vida. Esse tempo depende principalmente da sua massa. Como vimos o fim de uma estrela pode ser uma Supernova ou um buracão negro, dos quais falarei futuramente.
Um aglomerado de estrelas forma uma galáxia. A terra, por exemplo, esta situada numa galáxia a qual demos o nome de Via-Lactea. O sistema solar fica num braço externo dela, ou seja, mais distante do núcleo da galáxia do que outras estrelas da mesma. Uma das vantagens de estarmos na parte externa, é que através de algumas configurações dos nossos telescópios temos mais facilidade em ver outras galáxias inclusive algumas bem distantes.
A Via-Lactea também possui o seu tempo de vida. A galáxia de Andrômeda é uma galáxia muito maior que a nossa e esta se aproximando. Obviamente isso vai levar um bocado de tempo para acontecer, mas é inevitável. Vamos ser totalmente absorvidos por ela.
Astrônomos calculam que existam bilhões de galáxia as quais pertençam bilhões de estrelas. E muitas estrelas são orbitadas por planetas e muitos deles provavelmente com ambiente parecidos com a da Terra. Não seria injusto somente existir vida aqui? Continua.
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Publicado por Erico Stefanini e arquivado em Cosmologia

A segunda parte da matéria sobre o universo falará sobre os meteoros e cometas. Para muitos é a mesma coisa, porém são bem diferentes. Cometas são pedras de gelo que giram em torno de um sistema e quando se aproximam de uma estrela, o gelo começa a derreter dando origem àquela cauda famosa. Os meteoros são rochas que vagam pelo espaço e podem acabar caindo em um planeta. Foi constatado, que em períodos aparentemente relugares de tempo ocorrem chuvas de cometas sobre o sistema solar. A pergunta seria: De onde vêm esses meteoros? Em torno do sistema solar existe uma grande quantidade de meteoros orbitando o sistema. Essa quantia imensa de cometas pode ser proveniente de uma imensa nuvem de poeira formada a bilhões de anos, a qual é chamada de Nuvem de Oort. Quando um cometa vaga em direção ao sol ele evapora, porém, quando parte na direção de um planeta ele ganha velocidade e pode atingir o planeta e, se isso não ocorrer ele sairia do sistema solar. A terra por sorte é perto suficiente do sol para que ele interfira nas rotas dos cometas que se dirigem para cá. Com isso dificilmente um cometa nos atinge e por isso estamos salvos.
O único problema é que o próprio sol e os planetas movem-se pela galáxia e sofrem perturbações de orbitas, tanto quanto os cometas, por isso uma simples mudanças nelas podem atrair um cometa diretamente para a terra. Após alguns milhões anos existe uma configuração bem apropriada para os cometas pegarem essa rota e por isso nesse período temos chuvas de cometa na terra e leva aproximadamente 1 milhão para as configurações voltarem ao “normal”.
Outra teoria ainda mais interessante é da existência de outra estrela no sistema solar. Ela estaria a pouco mais de 2 anos-luz da terra. Seria uma estrela binária ao sol e a cada período em que ela se aproxima produz interferência na orbita da nuvem de Oort fazendo os cometas mudarem suas rotas. Os astrônomos chamam essa estrela, se é que ela existe, de Nêmesis.
Continua.
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Publicado por Erico Stefanini e arquivado em xadrez

Brancas jogam. Mate em 2.
Fonte: Sussex Chess Journal, 1891.
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Essa é a primeira de várias matérias sobre o universo. Em muitas das áreas que vou falar não sou nenhum especialista, portanto vou apenas falar o básico do conhecimento do universo.
Ocasionalmente me defronto com pessoas que para elas o universo se limita a terra, sol, lua e estrelas, algumas chegam mais longe e falam de marte, outras até dizem que deve existir mais coisas, mas não tem interesse e não querem saber.
Não acho que ninguém tem obrigação de saber mais ou menos sobre um determinado assunto, mas saber mais sobre o universo é saber mais sobre a si próprio. Quando Carl Saigan disse: “Somos poeira das estrelas” , ele foi muito otimista. Se compararmos nós seres humanos com o tamanho do universo, somos muito, mas muito menores do que um ínfimo grão de areia.
Não temos uma resposta exata do tamanho do universo, até porque ele continua em expansão, mas sabemos que ele tem bilhões de anos luz até seus confins.
(1 ano luz = 9,4605284 x 1012 Km).
Dentro dessa enorme área, existem bilhões de galáxias (a grosso modo galáxias são um aglomerado de estrelas) e cada galáxia possui bilhões de estrelas e planetas.
Seria muita injustiça se se somente no planeta terra existir vida, mas por enquanto não temos vestígios satisfatórios sobre a vida em outro planeta. O modo como a vida surgiu vou comentar falando cientificamente em outra matéria.
O planeta terra esta dentro de um sistema titulado como sistema solar. Esse sistema possui uma estrela a qual chamamos de sol e possui os planetas Mercurio, Venus, Terra, Marte, Jupiter, Saturno, Urano , Neptuno e Plutão(hoje considerado um planeta anão e não mais planeta).
O sistema solar esta dentro de uma dos bilhões de galáxias que ocupam o universo. A nossa galáxia é chamada de Via-Lactea. Ela pode ser vista a olho nu e é tão grande que para chegarmos até seu centro levaríamos 30 mil anos viajando a velocidade da luz. No seu centro existe um buraco negro, que são os objetos mais misteriosos e interessantes encontrados no universo.
O universo não é simples, ele possui algumas leis interessantes, como as ate aqui encontradas Teoria da Relatividade e Mecânica Quântica e ainda existem outras que estão no forno como a Teoria das Supercordas, porém para termos apenas uma ideia de quem somos e onde estamos basta olhar para alguma direção para o chão ou para o céu, muito provavelmente chegaremos a conclusão que o grande físico Wheeler chegou: “Infinito em todas as direções”. Continua.
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Publicado por Erico Stefanini e arquivado em xadrez
Antes de fazer qualquer comparação entre força de humanos e computadores no xadrez vou fazer um breve comentário sobre a quantidade de posições existentes no xadrez.
Estudos sobre a quantidade de posições vem sem atualizando ano a ano. Alguns dizem que a quantidade de posições é 1040 outros dizem ser 10120, mas estudos atuais mostram que essa quantidade deve ficar entre 1080 e 1090, ou seja, equivalente a quantidade de átomos contidos no universo. Podemos classificar esse número como um número astronômico.
A primeira comparação seria: Um supercomputador como o Deep Blue da IBM analisava 200 milhões de posições por segundo, um Grande Mestre de xadrez analisa 3 posições por segundo. A pergunta seria: Se existe essa diferença tão grande, como um grande mestre ainda consegue jogar de igual para igual, com grandes chances de empate e até mesmo vencer o computador?
A primeira conclusão que podemos tirar é que analisar a maior quantidade de lances não é a principal diferença e com certeza não é mesmo. Supondo que o xadrez possua 1080 posições diferentes e se se mandarmos um supercomputador analisar todas elas, ele levaria quatrilhões de quatrilões de quatrilhões de quatrilões de quatrilhões de anos, e não faria praticamente diferença nenhuma em ver 3 ou milhões por segundo já que uma partida de xadrez dura um tempo desprezível se comparado a quatrilões de anos.
Não vou entrar em detalhes nessa matéria já que vou falar disso futuramente, mas a diferença esta muito mais no software dos computadores atuais do que no hardware. Os melhores programas de xadrez no momento avaliam muito bem uma posição usando técnicas implantadas em alguns algoritmos que conseguem “podar” o número de possibilidades que precisam ser avaliadas e com isso a idéia é: Se não é possível ver o melhor, pelo menos encontre um bom movimento. A maneira que é feito isso vou postar na matéria dos algoritmos de xadrez.
Vimos que a diferença esta muito mais no software do que no hardware, mas qualquer que fosse, como ainda um mestre enfrenta tão bem um computador? Finalmente, a resposta é reconhecendo padrões.
No jogo de xadrez, principalmente no final, existem posições que para um iniciante ou para um amador parecem empatadas. Porém com técnicas de finais elas são posições vencedoras ou perdedoras. Um grande mestre conhece muito bem essas posições padrões, que não são poucas, e sempre quando começam um jogo que não é possível vencer a partida no inicio e no meio jogo, tentam encaminhar a partida para essas posições, obviamente para as vencedoras. Dessa forma contra computadores que dificilmente jogam algum lance ruim, os mestres tentam chegar nelas já a partir do primeiro lance, ou seja, estão pensando a mais de 30 lances a frente evitando que um cálculo de força bruta do computador consiga analisar.
O problema é que os programas atuais de computador possuem tanto um livro de aberturas que são posições consideradas as melhores no inicio e não precisam ser calculada, quanto também regras sobre padrões de posições vencedoras e perdedoras e com isso eles conseguem evitar muitos finais perdedores.
Tudo leva a crer que em 5 anos, ou podemos pensar também em mais 2 ou 3 versões dos programas tops de xadrez, o computador não perderá mais jogando de brancas já que as brancas já começam com certa vantagem sobre as negras; e no máximo em 10 anos também não vão perder jogando com as pretas. Depois desse tempo o humano vai ter que considerar um empate como uma vitória perante a máquina.
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Brancas jogam e dão mate em 3.
Fonte: Kentish Mercury, Março 1893.
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Publicado por Erico Stefanini e arquivado em xadrez

Primeiramente venho pedir desculpas por ficar tanto tempo sem postar nada no site. A partir de hoje as postagens serão regularmente.
Voltei trazendo um problema de xadrez. As brancas jogam e dão Mate em 3. Fonte: Illustrade London News, 1901.
É só procurar.
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Os jogadores de xadrez são classificados por um sistema de rating, assim como o outros jogos, como o tênis por exemplo. Porém o calculo do rating não é direto, ou seja, o seu valor depende de alguns fatores, entre esses fatores estão o rating do seu adversário.
Esse sistema de rating surgiu no fim dos anos 50. Foi quando começaram a colocar em prática vários sistemas baseados em que cada enxadrista recebe um coeficiente individual, o rating (do inglês, qualificação), o qual varia a cada competição, dependendo dos resultados obtidos.
A Federação Internacional de Xadrez (FIDE) em 1970 adotou um sistema de coeficientes elaborado pelo professor norte americano Arpad Elo, daí o nome ELO para o rating. Para se calcular o rating de um jogador usa-se a fórmula:
R = Ra + 10*(Po-Pe)
R: rating atual
Ra: rating anterior
Po: pontos obtidos
Pe: pontos esperados
Se olharmos para a fórmula concluímos que quanto maior for os pontos obtidos, o seu rating irá aumentar proporcionalmente. Caso contrário ele irá diminuir.
Para calcularmos os pontos esperados vamos supor que você irá enfrentar um adversário que possui uma pontuação de rating igual a sua. Nessas condições, teoricamente, o match entre você e seu adversário deve terminar empatado, ou seja, cada um deve obter 50% dos pontos. Porém se o seu rating é superior, você pela lógica deve obter mais de 50% dos pontos. E quanto maior for a diferença maior deverá ser a porcentagem da pontuação. Com base nessa linha de pensamento o criador do sistema elaborou a seguinte tabela:
|
Dif
|
Sup (%)
|
Inf (%)
|
Dif
|
Sup (%)
|
Inf (%)
|
|
0-3
|
50
|
50
|
198-206
|
76
|
24
|
|
4-10
|
51
|
49
|
207-215
|
77
|
23
|
|
11-17
|
52
|
48
|
216-225
|
78
|
22
|
|
18-25
|
53
|
47
|
226-235
|
79
|
21
|
|
26-32
|
54
|
46
|
236-245
|
80
|
20
|
|
33-39
|
55
|
45
|
246-256
|
81
|
19
|
|
40-46
|
56
|
44
|
257-267
|
82
|
18
|
|
47-53
|
57
|
43
|
268-278
|
83
|
17
|
|
54-61
|
58
|
42
|
279-290
|
84
|
16
|
|
62-68
|
59
|
41
|
291-302
|
85
|
15
|
|
69-76
|
60
|
40
|
303-315
|
86
|
14
|
|
77-83
|
61
|
39
|
316-328
|
87
|
13
|
|
84-91
|
62
|
38
|
329-344
|
88
|
12
|
|
92-98
|
63
|
37
|
345-357
|
89
|
11
|
|
99-106
|
64
|
36
|
358-374
|
90
|
10
|
|
107-113
|
65
|
35
|
375-391
|
91
|
9
|
|
114-121
|
66
|
34
|
392-411
|
92
|
8
|
|
122-129
|
67
|
33
|
412-432
|
93
|
7
|
|
130-137
|
68
|
32
|
433-456
|
94
|
6
|
|
138-145
|
69
|
31
|
457-484
|
95
|
5
|
|
146-153
|
70
|
30
|
485-517
|
96
|
4
|
|
154-162
|
71
|
29
|
518-559
|
97
|
3
|
|
163-170
|
72
|
28
|
560-619
|
98
|
2
|
|
171-179
|
73
|
27
|
620-735
|
99
|
1
|
|
180-188
|
74
|
26
|
>735
|
100
|
0
|
|
189-197
|
75
|
25
|
|
|
|
Suponhamos que seu rating seja 2400 e que seu primeiro adversário tenha 2300. Calculemos então seus Pontos Esperados (Pe):
2400 – 2300 = 100
Como seu rating é maior do que o do adversário, procuramos na coluna Dif o número 100 e encontramos a porcentagem correspondente na coluna Sup. Encontramos o valor 64, que significa que você deve fazer 64% dos pontos em disputa. Como cada partida tem o valor de 1,0 ponto, temos:
Pe = 0,64*1,0, logo, Pe = 0,64
Vamos considerar os três casos possíveis: vitória, empate e derrota:
Vitória (Po = 1,0) R = 2400 + 10*(1,0 – 0,64) R = 2400 + 10*(0,36) R = 2400 + 3,6 R = 2403,6
Arredondando: R= 2403
Empate (Po = 0,5) Rn = 2400 + 10*(0,50 – 0,64) R = 2400 + 10*( – 0,14) R = 2400 – 1,4 R = 2398,6
Arredondando: R = 2398
Derrota (Po = 0,0) R = 2400 + 10*(0,00 – 0,64) R = 2400 + 10*( – 0,64) R = 2400 – 6,4 = 2393,6
Arredondando: R = 2393
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Publicado por Erico Stefanini e arquivado em História

Ísis foi uma das principais deusas do antigo Egito. A lenda diz que ela procurou o corpo de Osíris seu irmão e também marido que foi destruído por Seth, seu também irmão. Esse fato ocorreu pois Seth era apaixoando por Ísis.
Osíris na época era o reu do Egito e viajava o mundo difundindo a civilização . Segundo a lenda Osíris foi assassinado pelo próprio irmão Seth em uma cilada preparada pelo mesmo.
Ísis era a deusa do amor e da mágica, tornou-se a deusa-mãe do Egito. Assim que desobriu a morte do seu amado, Ísis fez uma peregrinação em busca dele. Porém nunca encontrou todas as partes em que Osíris tinha sido separado.
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